sábado, 3 de setembro de 2016

O RÁDIO NA SALA DE AULA

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Os aspectos radiofônicos são compostos por sons e palavras que dão asas a imaginação. Ademais, ele pode ter um diferencial, que é o âmbito do sentido. Esse diferencial seria uma mistura de teorias e sensações que torna o rádio um ótimo instrumento para professores e pesquisadores interessados no ato de comunicar com fins educativos. Nessa linha de pensamento, como inicio, é necessário questionar sobre a razão para educar, já que “a questão não é só do quanto podemos fazer, mas também de como podemos fazê-lo”, e para isso é preciso conciliar a prática e a teoria, sempre se preocupando com o caráter educativo da função comunicativa e o seu caráter político.

O rádio tem muito valor, principalmente numa sociedade que existem milhões de analfabetos. Dessa forma, reflete-se sobre uma pedagogia do rádio, tendo como premissa a inquietude educativa, lembrando que o papel do rádio deveria ir além dos programas, dos comerciais e das estatísticas sobre as audiências, priorizando também seu público e respeitando suas culturas. Logo que, a cultura é o que se serve para o homem, para comunidade e para sua própria construção humana e social. Apesar desse conceito, alguns pontos de vista sobre o mundo eram elaborados por membros da elite que não concordam com essa definição; e esse mesmo ponto de vista elitista, foi capaz de afirmar que o individuo se educa apenas durante os anos da infância e adolescência. Porem, para Mario Kuplún (autor do livro: produção de programas de rádio) defende a concepção de educação permanente, as pessoas se educam durante toda a vida.

Partindo desse pressuposto, usando a pedagogia radiofônica, Kaplún aponta três cominhos para a educação através do rádio:
A que põe ênfase nos conteúdos (que é baseado no processo de educação formal – transmissão de conhecimentos ao educando, geralmente de forma autoritária e paternalista). Ao educador cabe o papel de interpretar o mundo e transmitir, e ao educando o direito de escutar, sem interferir na interpretação do mundo;
A que ressalta os resultados (baseado na manipulação de atitudes de acordo com planos pré-determinados – usados bastante em formato publicitário.). Induz a população a adotar certas formar de pensar, sentir e atuar, não estabelecendo o desenvolvimento autônomo da personalidade do individuo. 

E a que destaca os processos (baseado numa relação de educador e educando, que ao expor conteúdos em discussão, constrói um cidadão crítico de sua própria realidade).
Já que o rádio tem como características a sensorialidade – dá vazão a imaginação e exerce relação emocional nos diálogos, a dinâmica – rapidez na produção de conteúdos, a visibilidade – permite audição das mensagens sem impedir a realização de outras atividades, o imediatismo, a instantaneidade, o baixo custo que transformam o rádio num veículo rápido, versátil e acessível, há a possibilidade de transformá-lo em uma ferramenta para ser utilizada em sala de aula. Além disso, este método é eficaz e aguça a criatividade dos alunos, sem esquecer que o áudio é capaz de estimular as pessoas à leitura, pois o ouvinte – às vezes – busca as referencias dos conteúdos no texto impresso, o que garante perenidade da informação.

Para a execução dessa união entre o áudio e o material impresso, é necessário o público escolar ter contato com a produção radiofônica. Ou seja, criar roteiros para suportes sonoros, confeccionar cenários através das trilhas de efeitos, buscar o texto impresso como referência ao conteúdo sonoro em questão, etc. E para a efetivação desse processo, é necessário criar peças sonoras de acordo cm o plano pedagógico da disciplina em questão; apresentar os conteúdos produzidos em sala de aula, discutindo os significados do áudio; preparar novos conteúdos a partir de divulgação dos itens básicos para sua construção, através da montagem do roteiro; gravação, edição e finalização da áudio-aula e audição da áudio-aula, avaliando a qualidade quanto à percepção da mensagem.

Essa experiência sonora a ser desenvolvida em classe torna a aula mais democrática, solidária e dinâmica. Pois, a prática da leitura de pequenos textos, contos ou poemas pro âmbito radiofônico extrapola o universo escolar, podendo ter como receptores não só a unidade escolar, mas sim as associações e grupos que fazem parte de uma comunidade. Essa sugestão além de democratizar a comunicação, ajuda na familiarização do processo sonoro e gera sujeitos da história capazes de contar e divulgar conteúdos através das ondas do rádio.


O objetivo é utilizar o rádio como ferramenta pedagógica de modo a desenvolver entre os alunos a prática da oralidade e o desenvolvimento de textos em salas de aula.
O Rádio é um dos recursos pedagógicos muito importantes, pois a tecnologia está cada vez mais presente na educação. Então se faz necessário utilizar diversos instrumentos pedagógicos para que a assim a aula se torne significante para os alunos. Os Parâmetros Curriculares Nacionais já incluem nos meios de comunicação social no espaço escolar, propondo ao educador trabalha-los interdisciplinarmente. O rádio possibilita aos alunos o compartilhar democraticamente com outros colegas e o saber elaborado de novos conhecimentos. Ao trabalhar com o rádio estaremos promovendo diversas atitudes tais como: a expressão, a cidadania, a atenção auditiva, capacidade de trabalhar em equipe, a linguagem, a ciência e tecnologia.
O rádio é uma ferramenta essencial no processo de ensino e aprendizagem, pois podemos trabalhar e explorar diferentes percepções.Como o auxilio do radio de sala de aula desenvolvemos  a oralidade, o amplio de vocabulário, a percepção lógica, auditiva e a percepção rítmica, alem de despertar a atenção, concentração, imaginação e explorar de diferentes tipos de sons e os movimentos.
O rádio trabalhado em sala de aula possibilita a professor uma melhor intenção com os alunos, alem de proporcionar momentos de alegria e prazer, uma aula diferenciada que facilita o aprendizado e a absorção dos conteúdos a serem ensinados, com qualidade e eficiência.
Dez motivos para você levá-lo para a escola:
1. O rádio desenvolve a expressão;
2. ajuda as crianças a perder a inibição para falar em público;
3. exercita o raciocínio lógico;
4. leva o aluno a descobrir — e mostrar aos outros — seus talentos;
5. eleva a auto-estima;
6. permite conhecer e utilizar novas tecnologias;
7. estimula a imaginação e a criatividade;
8. dá um sentido concreto ao conhecimento escolar;
9. promove a cidadania e favorece a interdisciplinaridade.
10. favorece a interdisciplinaridade.

Disponível em: http://www.gostodeler.com.br/materia/10006/o_radio_dentro_da_sala_de_aula.html; https://vivenciaspedagogicas.wordpress.com/2011/10/27/o-uso-do-radio-em-sala-de-aula/. Acesso em: 03/09/2016.
Imagem disponível em: http://www.portalgens.com.br/imprensa/web/novaescola.htm. Acesso em: 03/09/2016.

domingo, 21 de agosto de 2016


GÊNEROS OU TIPOS TEXTUAIS?



Jamais confundimos uma bula com uma carta, uma notícia de jornal com uma oração,
um poema com uma entrevista. Por quê? Porque reconhecemos as características dessas
“espécies” de texto, aprendidas na convivência social ou na escola. Sabemos também como
cada uma delas funciona socialmente. Não entramos no consultório de um médico e
esperamos que ele nos passe uma receita de bolo, nem entramos no MSN (Messenger –
programa de conversa pela Internet) esperando encontrar artigos científicos. Cada espécie
de texto circula em um determinado portador ou suporte, tem seu formato próprio, usa
um estilo de linguagem específico e “funciona” em um dado contexto social.

Essas “espécies” de texto são o que chamamos gêneros textuais. Os PCN de Língua
Portuguesa – 5ª a 8ª séries (1998, p. 22) definem os gêneros textuais como “famílias de
textos que compartilham características comuns”. Que características seriam essas? As que
dizem respeito à ação de linguagem que se realiza por meio dessa “família” de textos, ao
contexto social em que eles costumam ocorrer, ao suporte ou portador em que circulam,
à sua estruturação peculiar e ao estilo de linguagem que normalmente adotam, à temática de
que costumam tratar e também ao modo como costumam abordar essa temática.

Como é que surge um gênero textual? Um gênero vai-se constituindo no uso coletivo
da linguagem – oral e escrita. Os membros de uma comunidade lingüística vão estabe -
lecendo, no correr de sua história, modos específicos de se dirigirem a determinado
público para alcançarem determinados objetivos ou funções. 

Por exemplo: onde é que
você já ouviu ou leu uma passagem como “a família de Fulano de Tal cumpre o
doloroso dever de comunicar aos parentes e amigos o seu falecimento...”? Como é que
se chama essa espécie de texto? Para que serve? Quem é que o manda divulgar? Como
é que ele continua? Nessa espécie de texto caberia a expressão “bateu as botas” ou
“abotoou o paletó de madeira”? E a palavra “féretro”? Com certeza você sabe responder a essas
perguntas, ainda que nunca tenha tido aula de redação sobre esse gênero textual – você
o aprendeu na sua experiência social.

Isso mostra o que afirmamos acima: as práticas sociais de linguagem, orais e escritas,
vão estabelecendo modelos textuais para serem usados em determinadas situações.

A leitura desses textos e a comparação deles com exemplares atuais dos mesmos gêneros
nos fazem constatar um outro aspecto importante: os gêneros, embora atuem como
padrões textuais, não são imutáveis, não são inalteráveis. Como disse Bakhtin, um estudioso
soviético pioneiro na formulação desse conceito, os gêneros são padrões de enunciado
“relativamente estáveis” (1992, p. 277). Para nos servirem como padrão e nos orien tarem
na hora de compreender ou de produzir textos, é importante que os gêneros sejam
estáveis. 

No entanto, como a vida social muda e as práticas de linguagem se modificam
continuamente, esses padrões são apenas relativamente estáveis: alteram-se de acordo
com as novas possibilidades e necessidades sociais. Por isso, há gêneros que caem em desuso (ex.: telegrama, telex) e gêneros novos que aparecem (ex.: fax, e-mail, blog). Por isso também
são inúmeros os gêneros textuais coexistentes numa sociedade, já que são múltiplas
as necessidades comunicativas das coletividades humanas.

Os textos em geral, qualquer que seja seu gênero, são constituídos por segmentos de
natureza e características diferentes. Por exemplo, segmentos de exposição de idéias, de
narração, de descrição, de argumentação, de instrução, de diálogo. Esses segmentos,
que podem ser reconhecidos pelas regularidades no emprego dos recursos lingüísticos,
é que têm sido chamados de tipos textuais ou tipos de discurso.

Eles representam atitudes enunciativas diferentes (quero contar uma história, quero
expor meu pensamento, quero descrever alguma coisa), que podem se articular num
mesmo texto. Assim, o gênero romance – em que a atitude enunciativa básica é contar
uma história – costuma apresentar passagens que descrevem os personagens e o cenário
onde se desenvolve o enredo. Mas é também possível que um determinado romance
inclua o discurso em que um personagem, candidato a prefeito da cidade, expõe sua
plataforma política e procura convencer os eleitores a votar nele. Outro romance pode
incluir receitas culinárias trocadas por determinados personagens, ou então a fórmula
secreta de um veneno muito perigoso. 

Da mesma maneira, uma carta pode apresentar
passagens expositivas, argumentativas, narrativas ou descritivas, entre outras. Esses
exemplos mostram que, de fato, um texto, de qualquer gênero, pode ser composto de
um ou mais tipos textuais: narrativo, expositivo, argumentativo, descritivo, instrucional,
dialogal.

Qual a diferença entre tipos e gêneros?

Os gêneros são categorias, padrões, modelos de texto que, digamos, “têm vida própria”,
isto é, circulam de fato na vida social. São muito numerosos, porque atendem a necessidades
comunicativas e organizacionais de muitas áreas da atividade humana, e porque
se renovam, ao longo do tempo, em razão de novas necessidades, novas tecnologias,
novos suportes. Neste Caderno, já foram mencionados muitos gêneros – bula,
romance, carta, anúncio classificado, notícia, entre outros.

Já os tipos não são textos concretos, não “têm vida própria”, são atitudes enunciativas
que acarretam modos característicos de emprego dos recursos lingüísticos presentes em
um texto ou em seqüências de texto. São componentes dos textos e podem aparecer em
diferentes gêneros, com exclusividade ou articulados entre si. São poucos e são mais
estáveis que os gêneros. Como enumeramos anteriormente, os mais conhecidos são:
narrativo, expositivo, argumentativo, descritivo, instrucional, dialogal.

Durante muitos anos, a escola ancorou o ensino da escrita no domínio dos tipos narrativo,
descritivo e dissertativo (expositivo e argumentativo). Mas, fora da escola, nós não
encontramos tipos puros, encontramos textos pertencentes a determinados gêneros,
que se compõem de um ou mais tipos. Encontramos, por exemplo, editoriais e artigos
de opinião em que predomina a atitude enunciativa argumentativa, embora também
admitam passagens narrativas ou descritivas. Encontramos contos, histórias, romances de
amor ou de aventura, nos quais a atitude narrativa é a fundamental, mas também há
lugar para a exposição ou a descrição, por exemplo. Encontramos receitas culinárias e
regras de jogos, que se organizam a partir do tipo instrucional.

Os tipos, em geral, se marcam pelo uso característico dos recursos lingüísticos. Por
exemplo, o tipo narrativo traz os verbos, predominantemente, no tempo passado e
principalmente articuladores (também chamados “organizadores textuais”) que expressam
relações de tempo. Os tipos expositivo e argumentativo se organizam basicamente
em torno do presente verbal e usam sobretudo articuladores que indicam relações lógi -
cas (causa, conseqüência, condição etc.). No tipo instrucional, prevalece o modo
imperativo, já que se trata de um tipo que organiza textos cujo objetivo é oferecer ao
leitor orientação para realizar alguma ação.

Disponível em: http://www.ceale.fae.ufmg.br/. Acesso em: 21/08/2016.
Imagem disponível em: http://www.estudopratico.com.br/generos-textuais/. Acesso em: 21/08/2016.

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

ENTREVISTA COM IVOR GOODSON: 
A arte de contar a própria história




Disponível em: REVISTA PÁTIO, Ano XI, nº 43, AGO/OUT, 2007. Acesso em: 18/08/2016.


sábado, 13 de agosto de 2016

COMO ELABORAR UM CAÇA PALAVRAS?

Acessar o site: http://www.lideranca.org/word/palavra.php

Preencha o formulário abaixo.




Clique em criar caça palavras

Pronto! Seu caça palavras foi gerado com sucesso!!!

Disponível em: http://www.lideranca.org/word/palavra.php. Acesso em: 13/08/2016.


quarta-feira, 3 de agosto de 2016

MÉTODO DAS BOQUINHAS
RENATA JARDINI




Alfabetização pelo Método das Boquinhas
O Método das Boquinhas foi aprovado como Tecnologia Educacional pelo MEC em novembro de 2009, 2010 e 2011, sendo atestado como eficiente para alfabetizar e recuperar a alfabetização de crianças, jovens ou adultos. 

Sua fundamentação teórica é de base multissensorial, fônica-vísuo-articulatória, propiciando rapidez e segurança na associação do fonema ao grafema (som à letra) uma vez que é uma Metodologia Sintética, Concreta e Sinestésica e acrescenta o diferencial do articulema (boquinha), contribuindo para o real aprendizado e recuperação da leitura e escrita. Pode ser usado na íntegra, como Metodologia adotada pela escola, ou como uma ferramenta de trabalho para a conversão fonema/grafema, sendo inserido na proposta adotada pela escola. 

O Método das Boquinhas é de fácil aplicabilidade e compreensão e tem sido utilizado em salas de aula com todas as crianças, alunos comuns e outros com trocas de letras, trazendo grande e positivo impacto sobre os resultados na aprendizagem e autoestima do professor e do aluno, desde as séries iniciais até o grupo da EJA. Resultado semelhante tem sido observado na terapêutica clínica.

A parceria entre a Fonoaudiologia e a Pedagogia tem trazido ganhos aos estudantes e à educação em geral. O mercado atual exige educadores com capacitação e fundamentação sobre alfabetização que possa atender e obter resultados para quaisquer tipos de alunos, favorecendo a inclusão e agilizando os processos de aprendizagem, contribuindo assim, para melhor desempenho acadêmico da escola e do Município. 

Público Alvo: 
Professores da rede estadual, municipal ou particular de educação infantil, ensino fundamental, pedagogos, psicopedagogos, psicólogos educacionais, fonoaudiólogos envolvidos com a educação, num total de até 100 profissionais.

Objetivo Geral:
•    Proporcionar desenvolvimento e aperfeiçoamento aos profissionais.

Objetivos Específicos:
 
•    Capacitar o educador a conhecer o desenvolvimento normal do processo de aquisição da leitura e escrita; 
•    Capacitar o educador a identificar o erro durante esse processo, classificando-o e analisando-o para possível remediação pedagógica;
•    Capacitar o educador a alfabetizar crianças com a proposta oferecida pelo Método das Boquinhas;
•    Capacitar o educador a utilizar os livros e materiais de apoio que a metodologia Boquinhas oferece para aplicação prática em sala de aula; 
•    Trocar experiências por meio de discussão de casos durante o curso.

Programa do curso:
1º período:     
- A correlação entre fala e leitura e escrita;
- Os processos neuronais de aquisição da leitura e escrita;
- As rotas de leitura e as fases da escrita;
- Métodos de alfabetização e suas consequências;
- O treino da consciência fonológica e fonêmica;
- O treino dos articulemas e consciência fonoarticulatória.

2º período:
- O erro como ferramenta de trabalho;
- Distinção entre erros esperados no processo de aquisição e erros patológicos;
- Letras com oposição de sonoridade (surdas/sonoras);
- Letras com dificuldades ortográficas;
- Análises de escrita.

3º período:  
   
- Pressupostos teóricos do Método das Boquinhas;
- Vogais: passagem da hipótese pré-silábica para silábica alfabética;
- A sílaba e o processo alfabético de escrita; 
- Os exercícios do livro Alfabetização com as Boquinhas;
- Trocas de letras e sua recuperação segundo o livro Caderno de Exercícios;
- Uso dos jogos de Boquinhas.

4º período:
- As sílabas complexas;
- Aquisições gramaticais;
- Elaboração e interpretação de textos;
- Aglutinações e segmentações na escrita;
- Exercícios de velocidade de leitura;
- Análise de casos.

Recursos Necessários:
•    Projetor data-show com micro computador;
•    Sistema de som com amplificador para microfone e laptop;
•    Sala com cadeiras;
•    Livro de Alfabetização com Boquinhas- livro do professor e aluno (opcionais);
•    Apostila para todos os alunos, oferecida pela autora;
•    Certificado oferecido pela autora.

Disponível em: http://www.metododasboquinhas.com.br/alfabetizacaopelometododasboquinhas.aspx. Acesso em: 03/08/2016.

Vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=x5adqYkLCdQ. Acesso em: 03/08/2016.

segunda-feira, 18 de julho de 2016

PEDIDO DE UMA CRIANÇA A SEUS PAIS



Não tenham medo de serem firmes comigo. Prefiro assim. Isto faz com que eu me sinta mais segura. 

Não me estraguem. Sei que não devo ter tudo o que peço. Só estou experimentando vocês.

Não deixem que eu adquira maus hábitos. Dependo de vocês para saber o que é certo, o que é errado.

Não me corrijam com raiva, nem na presença de estranhos. Aprenderei muito mais se me falarem com calma e em particular.

Não me protejam das conseqüências de meus erros. Às vezes eu preciso aprender pelo caminho áspero. 

Não levem muito à sério as minhas pequenas dores. Necessito delas para poder amadurecer. 

Não sejam irritantes ao me corrigirem.
Se assim o fizerem, eu poderei fazer o contrário do que me pedem. 

Não me façam promessas que não poderão cumprir depois. Lembrem-se que isto me deixa profundamente desapontada. 

Não ponham à prova a minha honestidade.
Sou facilmente levada a dizer mentiras.

Não me apresentem um Deus carrancudo e vingativo. Isto me afastaria d'Ele. 

Não desconversem quando faço perguntas, senão serei levado a procurar as respostas na rua todas as vezes que não as tiver em casa. 

Não se mostrem para mim como pessoas infalíveis. Ficarei extremamente chocada quando descobrir um erro de vocês. 

Não digam simplesmente que meus receios e medos são bobos. Ajudem-me a compreendê-los e vencê-los. 

Não digam que não conseguem me controlar.
Eu me julgarei mais forte que vocês.

Não me tratem como uma pessoa sem personalidade. Lembrem-se que eu tenho o meu próprio modo de ser.

Não vivam me apontando os defeitos das pessoas que me cercam. Isto irá criar em mim, mais cedo ou mais tarde, o espírito de intolerância.

Não se esqueçam de que eu gosto de experimentar as coisas por mim mesma. Não queiram ensinar tudo pra mim. 

Não tenham vergonha de dizer que me amam. Eu necessito desse carinho e amor para poder transmiti-lo à vocês e aos outros. 

Não desistam nunca de me ensinarem o bem, mesmo quando eu parecer não estar aprendendo. 
Insistam através do exemplo e, no futuro, vocês verão em mim, o fruto daquilo que plantaram.

Fênix Faustine
Disponível em: http://pensador.uol.com.br/frase/MTY5NzA5/. Acesso em: 18/07/2016.Imagem disponível em: http://anjinhosediabinhos.blogspot.com.br/2008_11_01_archive.htmlAcesso em: 18/07/2016.

domingo, 17 de julho de 2016

O QUE É O MÉTODO KUMON?


É um material didático elaborado para aprimorar o quanto antes a capacidade de seu filho

A inovação do método Kumon está no fato de não se ensinar ao aluno como resolver o material proposto. Ele é estruturado de forma a fazer com que o aluno chegue à solução dos exercícios sozinho, desenvolvendo, assim, sua capacidade de raciocínio.
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Isto é obtido com:

1. Conteúdo focado nos assuntos fundamentais

O material didático do Kumon busca desenvolver a capacidade básica de estudos, que será requisitada na escola, nos vestibulares e na vida profissional. Na Matemática, o objetivo é desenvolver a capacidade de cálculos.

2. Material didático estruturado de modo sistemático

O material didático do Kumon foi estruturado para que o aluno desenvolva, ainda no Ensino Fundamental 1, a capacidade necessária para lidar com os conteúdos do Ensino Fundamental 2. E para que, no Ensino Fundamental 2, desenvolva as competências necessárias para os temas abordados no Ensino Médio.

3. Complexidade aumentada gradativamente

O material didático começa com conteúdos básicos, que serão facilmente resolvidos pelo aluno e, de modo suave, vai apresentando exercícios mais complexos, respeitando o potencial da criança ao mesmo tempo em que aumenta sua capacidade.

O Kumon desenvolve uma sólida capacidade de cálculos, resultando em uma melhora do desempenho escolar

Independente da idade ou da série escolar que seu filho esteja, ele começará por materiais nos quais facilmente alcançará a nota 100 (nota máxima). E avançará para os próximos assuntos sempre mantendo seu desempenho máximo. Estudando dessa forma, o aluno poderá desenvolver uma sólida capacidade de cálculos.
Mas… O que significa ter uma sólida capacidade de cálculos?
Este conceito baseia-se em quatro capacidades, que são desenvolvidas pelo método de ensino de Matemática do Kumon: calcular com exatidão e rapidez, calcular conforme as regras, ter condições de autocorreção e resolver novos conteúdos. Confira cada uma delas:
Desenvolvimento da capacidade de calcular com exatidão e rapidez
Em Matemática, os conteúdos são totalmente interligados: quem não domina tabuada, terá sérias dificuldades em realizar contas de divisão. Por isso, para seguir evoluindo tranquilamente mesmo em conteúdos mais complexos, é importante possuir habilidades básicas, como calcular correta e rapidamente contas como adição de 1 algarismo + 1 algarismo. O método Kumon trabalha estas habilidades, sempre tendo o tempo de resolução como um referencial. As crianças estudam tendo como objetivo conseguir resolver os exercícios dentro de um tempo determinado, desenvolvendo, assim, a capacidade de calcular com rapidez e exatidão.
Desenvolvimento da capacidade de calcular conforme as regras de cálculo
Nos cálculos matemáticos, existem procedimentos e regras que devem ser seguidos. O método Kumon, ao apresentar inicialmente operações fáceis, permite que o aluno vá percebendo as regras e tenha segurança em aplicá-las.
Desenvolvimento da capacidade de autocorreção, seguindo o raciocínio usado na resolução
No Kumon, quando o aluno comete um erro, ele não apaga toda a resolução para depois refazê-la. Isto porque é importante que o aluno tente revisar a resolução para conseguir detectar por si onde errou, corrigindo somente esse trecho. Essa forma de corrigir faz o aluno aproveitar o cálculo feito anteriormente, percebendo como o erro se liga à resolução e também o tipo de erro que tende a cometer. Desenvolve, assim, uma capacidade de raciocínio lógico aguçada.
Desenvolvimento da capacidade de resolver mesmo os assuntos novos por si
No método Kumon, mesmo quando a criança se depara com assuntos ainda não estudados, ela é estimulada a aplicar a capacidade de cálculos desenvolvida até então e guiar-se pelos exemplos criados para possibilitar a assimilação de modo autoinstrutivo para chegar ao resultado. Só diante de dúvidas é que o orientador irá intervir, mas sem explicar diretamente ou ensinar a resolução – ele dará dicas e indicará outros exemplos. Estudando dessa forma pelo Kumon, o aluno estará preparado para pensar e buscar as soluções mesmo quando estiver diante de conteúdos novos.
Além da melhora no desempenho escolar, a continuidade dos estudos desenvolve capacidades úteis para o futuro
O método Kumon não ajuda somente na melhora do desempenho escolar. Conforme o aluno estuda no Kumon, desenvolve a capacidade de análise matemática, interpretando o significado das informações contidas nos números e fórmulas. Desenvolve também a capacidade de relacionar os conteúdos, fazer associações, levantar hipóteses e tentar soluções, de modo lógico. É formada, assim, a capacidade de raciocínio lógico. Essas capacidades formarão a capacidade de resolver problemas, tão necessária na vida adulta do seu filho.
O aprendizado no Kumon de Matemática se tornará um grande diferencial no futuro.

Disponível em: https://kumon.com.br/curso-de-matematica/. Acesso em: 17/07/2016.

Imagem disponível em: http://cursoseconcursosabertos.com/metodo-kumon/. Acesso em: 17/07/2016.