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domingo, 10 de julho de 2016

ALFABETIZAÇÃO EM CASA?



Hoje me deparei com uma "chamada", um "link" que me deixou incomodada. Trata-se de uma apostila intitulada "As 5 etapas para alfabetizar seus filhos em casa: o guia definitivo". O material é disponibilizado em DOWNLOAD GRATUITO e se propõe a O trazer "a essência do método eficaz de alfabetização criado pelo prof. Carlos Nadalim, ao longo de cinco anos de pesquisas". Esse método é "repleto de exercícios divertidíssimos, que, além de ensinarem, aproximam pais e filhos". Por meio de um e-book, o material pretende auxiliar pais e mães em sua casa, na "pré-alfabetização de seus filhos". Diante disso, faço algumas afirmações:

- Está claro aqui uma desprofissionalização da docência.
- Faltou fazer uma diferenciação entre ensinar e ajudar com base naquilo que já foi ensinado (no dever de casa, por exemplo).
- Há aqui um consenso assustador que pressupõe que haja um melhor método para se alfabetizar.
- A visão aqui retratada remonta à Idade Média, em que os professores iam nas casas das crianças de famílias abastadas para lhes ensinar a ler e a escrever.
- É disponibilizada aqui uma visão simplista da alfabetização (como mera codificação e decodificação), algo que já se considera superado ou ao menos ultrapassado nas teorias sobre alfabetização.


Disponível em: http://www.comoeducarseusfilhos.com.br/ebook-5-etapas/. Acesso em: 10/07/2016.

Imagem disponível em: http://www.unicamp.br/iel/memoria/Ensaios/Marcia/marcia.htm. Acesso em: 10/07/2016.

sábado, 14 de novembro de 2015

COMO AJUDAR UMA CRIANÇA A
 LER E A ESCREVER 

Ler histórias para a criança ajuda a formar o que os educadores chamam de comportamento leitor

  • Ler histórias para a criança ajuda a formar o que os educadores chamam de comportamento leitor
Desde que nasce, cada aprendizado que a criança conquista é motivo de festa para os pais. A fase em que se aprende a ler e a escrever, que ocorre em média entre cinco e oito anos, é uma das mais aguardadas pelos adultos.


Em geral, os pais ficam apreensivos com esse momento. Alguns temem que o filho não consiga acompanhar a turma da escola e acabe ficando para trás ou se preocupam com o ritmo de desenvolvimento, julgando-o lento. Outros comparam o próprio histórico escolar com o da criança e acreditam que ela tem de repetir os passos do pai ou da mãe, principalmente os acertos e os avanços, claro.



Há ainda os que resolvem se antecipar aos professores e resolvem acelerar o processo, alfabetizando a criança em casa, a seu modo: seja como aprendeu no passado, seja da maneira como foi ensinado ao filho do vizinho ou a um sobrinho. Embora isso tudo seja feito com as melhores intenções, não é coisa muito bem vista por profissionais de educação.



"Pais e professores devem trabalhar em parceria para que a criança aprenda e se desenvolva. A colaboração da família é sempre bem-vinda, desde que esteja em sintonia com o trabalho realizado em sala de aula. É importante que os pais compreendam que a escola é o organismo capacitado para ensinar, que está preparado para fazer as intervenções adequadas, e que o processo de aprendizagem que envolve a leitura e a escrita se dá aos poucos", diz Márcia Ferreira, professora do primeiro ano e de apoio da coordenação da Escola Viva, em São Paulo.

Para Priscila Fernandes, coordenadora do programa de educação infantil do Instituto C&A, é importante que a família conheça, confie e se sinta confortável com a metodologia pedagógica usada pela escola.
Por isso, antes de pendurar uma lousa na parede da sala e tentar alfabetizar seu filho, procure o professor dele e converse sobre o que é possível fazer em casa para ajudá-lo a aprender. "A escola, que é a responsável formal pela educação, e a família devem ser parceiras nesse processo, e não concorrentes", fala Priscila.


Em geral, o que os educadores esperam dos pais é que eles criem o chamado ambiente alfabetizador em casa. Para isso, não é necessário fazer nenhuma grande mudança na rotina. A seguir, algumas dicas das especialistas consultadas para essa reportagem:



– Deixe ao alcance da criança livros e outros materiais com texto, como jornais, gibis, revistas, agendas, calendários e cardápios de restaurantes;



– Leia histórias para seu filho e cultive o hábito da leitura para que a cena se torne cada vez mais familiar e agradável para ele. Isso ajuda a começar a criar o que os educadores chamam de comportamento leitor;



– Permita que a criança escreva, mesmo que ainda não saiba fazê-lo tal como uma pessoa já alfabetizada. Para isso, deixe à disposição dela papel, canetas e lápis. Se ela rabiscar algo e lhe mostrar, dizendo que escreveu, pergunte o que está escrito. Depois, anote o que ela lhe disser logo abaixo das representações dela.

"Não precisa comentar ou explicar que não é assim que se escreve tal coisa. Somente registre usando a grafia convencional para que ele tenha contato com as letras. Prefira usar sempre letras de forma maiúsculas, usadas de maneira mais recorrente na maioria dos textos", fala Priscila. Você pode dizer que está escrevendo a mesma coisa que ela, do seu jeito;
– Quando for escrever algo, como um bilhete ou a lista de compras do supermercado, convide a criança para participar do momento. "No entanto, não o force como se fosse uma obrigação", diz Márcia; 


– Use toda oportunidade para escrever o nome da criança. Priscila diz que o nome próprio é considerado pelos educadores como o primeiro alfabeto da criança. É por meio dele que ela vai ter bastante contato com um conjunto restrito de letras, em uma ordem determinada e, com o tempo, passará a reconhecê-la em outras palavras: por exemplo, ao ver o nome Marcelo escrito na mochila do amigo, Mariana vai reconhecer as letras M, A e R. Isso é importante para que ela aprenda a ler cada vez mais palavras que tenham esse mesmo começo e passe a se arriscar na leitura;

– Chame a atenção de seu filho para palavras que aparecem em rótulos de produtos. Mostrando um pacote de biscoito, diga a ele: "veja, aqui está escrito biscoito" e aponte a palavra. Fazendo isso você estará mostrando que os sinais que ele vê por toda a parte têm um significado. Incentive-o também a se arriscar na leitura. Isso é o que os profissionais da área de educação denominam de ler sem saber ler;


– Ao liberar seu filho para brincar com o computador ou tablet, não só apresente a ele jogos, músicas e filminhos. Incentive-o a explorar o teclado.



Evidentemente, nenhuma dessas práticas é suficiente para que seu filho aprenda. Lembre-se de que é na escola que ele será desafiado de maneira didática pelos professores e poderá avançar refletindo com base em suas próprias ideias e nas dos colegas. Apesar disso, investir tempo nessas sugestões diariamente (sem impô-las como um dever) vale muito a pena.

No livro "Ler e Escrever na Escola: o Real, o Possível e o Necessário" (editora Artmed), Delia Lerner, argentina estudiosa da didática da leitura e da escrita, afirma que ensinar a ler e a escrever é um desafio que transcende amplamente a alfabetização em sentido estrito. O desafio tem a ver com incorporar os alunos à cultura do escrito, fazer com que todos sejam membros plenos da comunidade de leitores e escritores. Ou seja, você não deve se dar por contente quando seu filho aprender a ler e a escrever. É preciso mais:  fazer uso disso com autonomia e competência e não só por obrigação, mas também por prazer.

Lição de casa: ajuda dos pais precisa ter limites

Para fixar o que foi aprendido na escola, desafiar a criança a encontrar solução para algo que ainda não aprendeu ou avaliar como ela lida com determinado tema visto em sala horas depois, quando está sozinha, os professores encaminham atividades para serem feitas em casa.
"É bastante comum que os pais sejam orientados sobre como proceder", afirma Márcia. Se a escola do seu filho não faz isso, agende uma reunião com o professor dele, o coordenador pedagógico ou o diretor e peça para conversar a respeito. É importante não só saber o que eles esperam de você, mas também as expectativas em relação à criança.


Em linhas gerais, para colaborar com o momento da tarefa, escolha um local organizado, silencioso e confortável para a criança estudar.



Se ela pedir auxílio para resolver algum item, procure ajudá-la somente lendo o enunciado. "Ao passar uma tarefa para casa, o educador tem objetivos claros e, se os pais resolvem o exercício para não deixar que o filho vá à escola no dia seguinte com o dever em branco, estão mascarando, ainda que sem querer, o que a criança sabe e o que ela ainda não aprendeu", diz Márcia.

Além disso, não se esqueça de que o professor conhece a criança e vai perceber que não foi ela quem resolveu a lição se o resultado estiver muito além do que ela sabe no momento.


No caso de seu filho se preocupar porque não consegue resolver alguma coisa ou cometer erros, tranquilize-o. Explique que não há problema em errar ou admitir que ainda não sabe tal coisa. Faz parte do processo e, no dia seguinte, o professor e os colegas de classe vão ajudá-lo.


LIVROS QUE INDICO
Favor prestar atenção à faixa etária indicada por cada um deles...
  
     
   
   
   
  
  
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Disponível em: http://mulher.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2013/04/26/ajude-seu-filho-a-aprender-a-ler-e-a-escrever-sem-atropelar-a-escola.htm. Acesso em: 14/11/2015.
Imagens disponíveis em: https://www.google.com.br/search?q=livros+infantis+indicados&biw=1366&bih=667&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0CAYQ_AUoAWoVChMIocunv8uQyQIVx4GQCh2cggYr. Acesso em: 14/11/2015.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

ATIVIDADES PARA AS FÉRIAS

    


Com a chegada das férias , muitos pais ficam sem saber o que fazer com os filhos, que têm energia de sobra para gastar nesta época do ano. Passeios ao ar livre e programas envolvendo outras crianças são ideais para aproveitar a estação de forma saudável e divertida.
Pedagoga do Colégio Itatiaia, Flávia Godoy afirma que os pais devem passar o maior tempo possível com os pequenos. “O ideal é que os pais se organizem para participar das atividades junto com os filhos. Hoje, quase todos trabalham o dia inteiro, mas agora podem aproveitar para ficar junto dos pequenos. Ainda assim, vale ressaltar que as crianças precisam ter oportunidades de brincarem sozinhas”, sugere.

Brincadeiras nas férias

Apesar de muitos pais trabalharem no período, o ideal é que, quando estiverem com as crianças, esqueçam pouco as preocupações e curtam as brincadeiras. “Os pais têm a oportunidade de voltar a serem crianças. Uma dica é ensinar pelo menos uma brincadeira de sua infância por dia. Por que não trazer de volta joguinhos como três-marias, pula-cela ou esconde-esconde”, indica a educadora.
Se passar tanto tempo com as crianças não for possível, uma alternativa é manter contato com os pais dos amiguinhos da escola para que eles se divirtam juntos. “Uma sessão de cinema ou mesmo o videogame são legais para distrair as crianças, sempre administrando essa atividade para que não haja excessos. Para fechar o dia, uma festa do pijama, será muito divertida”, recomenda Fabíola.

Passeios ao ar livre

As brincadeiras eletrônicas, como vídeo game e jogos de computador devem fazer parte da rotina do pequeno, mas os pais devem estar atentos para que o uso seja moderado. Deixar as crianças entretidas com esse tipo de atividade é bastante cômodo, mas nem um pouco saudável. Estimule-o a ir ao playground no prédio, leve-o a parques e outros lugares onde ele possa de divertir ao ar livre.
Nos passeios em espaços abertos, não se esqueça de levar protetor solar, boné e garrafinhas de água. Como esses locais costumam estar muito cheios nesta época do ano, é fundamental redobrar a atenção e colocar um crachá de identificação na criança com contatos do responsável, o que irá garantir ainda mais tranquilidade e diversão para a família toda.
Com a chegada do período das férias escolares, as crianças reclamam que ficam sozinhas em casa, longe dos amigos, porque os pais têm que trabalhar e não dá para viajar durante os dois meses sem aula.
Nessas condições, os pais devem organizar atividades para que as férias se tornem prazerosas para seus filhos, mesmo não tendo viajado.
Para isso, é bom manter os contatos sociais tanto com pessoas da família como avós, primos e tios, para que as crianças possam visitá-los em alguns dias. Na casa dos avós, por exemplo, podem combinar de encontrar os primos da mesma faixa etária, passando o dia todo por lá. Para visitar os primos é necessário deixar uma pessoa para cuidar das crianças, bem como fazer passeios com os mesmos, como: ir a um parque de diversões, ao cinema, a clubes, a zoológicos, dentre outros.

Manter contato com os colegas de escola também é uma forma agradável de divertir as crianças nas férias. Estes podem se distrair pra valer passando um dia na casa do outro e vice-versa. Combinar passeios também será uma forma atrativa de mantê-los unidos durante o período das aulas, pois as amizades tornam-se mais solidificadas.


Livres das tarefas, crianças correm para as diversões

Convidar amigos, sempre fazendo um rodízio dos mesmos, pode manter seus filhos ocupados por todo o período de férias. Quem sabe propor que fiquem para dormir para fazerem uma noite do pijama? Nesta pode-se realizar um desfile de pijamas, concurso de piadas e da brincadeira “o que é, o que é”, além de arrebentar uma baciada de pipocas para assistirem um bom filme.

É bom lembrar que nos finais de semana os passeios e diversões devem ficar por conta dos pais, para que os pequenos não se sintam abandonados e sozinhos. Programem atividades que a família possa interagir junta, como: piquenique, passeios ao parque de diversão, zoológico, trilhas e caminhadas ecológicas, a praias, clubes, onde possam jogar bola, frescobol e tomar aquele sorvete.
Em dias de chuva, os filmes e videogames também podem ser aproveitados, para que as crianças não fiquem sem ter o que fazer.
Os shoppings são uma boa forma de se divertir, pois lá é possível fazer um bom lanche, ir ao cinema e brincar em jogos de fliperama. Algumas livrarias agendam momentos de contação de histórias, com fantoches, livros atrativos e até personagens caracterizados. É uma atividade divertida e de muito conteúdo, uma vez que incentiva as crianças a terem interesse pela leitura e sentir atração pelos livros.
Nos jornais de circulação local também são oferecidas atividades como colônia de férias, shows gratuitos, cantatas de Natal, que também são consideradas ótimas atividades para as férias.
O importante mesmo é a família se organizar para que tudo corra na mais tranquila ordem para atender os filhos que merecem um descanso de qualidade.

Disponível em: http://www.bolsademulher.com/bebe/3-a-6-anos/materia/como-aproveitar-ferias-com-os-filhos?utm_source=bolsademulher.com&utm_medium=referral&utm_campaign=recommendastic; http://www.eduvale.br/colegio/index.php?abbree=pagina&id_editoria=39&id=1123. Acesso em: 02/07/2015.

quinta-feira, 30 de abril de 2015

É importante que o hábito da leitura seja adquirido desde a infância. De acordo com José Goldfarb, os pais e a escola têm papel fundamental nisso: "Eles devem dar o exemplo. Se os jovens não veem a paixão pelos livros em casa e nem nos professores, eles acabam associando com estudo e assim não descobrem a leitura por prazer". Eu tenho um exemplo aqui do lado. Estêvão Reis, meu colega do iba, começou a ler pra valer há 4 anos. Filho de professora, ele sempre viu a leitura como algo obrigatório e monótono. As coisas começaram a mudar quando ele veio para São Paulo. Depois de ver Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 1 no cinema, nosso amigo ficou tão curioso para saber o que aconteceria na segunda parte que acabou comprando o livro. "Comecei sem pretensão, eu lia mais porque ficava de bobeira em casa, já que não conhecia quase ninguém na cidade". Resultado: ele adorou o livro e comprou a coleção completa de Harry Potter. Depois disso, mergulhou em outras séries, e depois em outras, e assim foi. Hoje, o Estêvão é um dos caras que mais lê aqui no iba (de três a quatro livros por mês). "Eu acho que a leitura infantil deve abranger o catálogo de best-sellers também, como O guia do mochileiro das galáxias, pois muitas vezes é mais acessível e o que prende a atenção. E a criança deve ter o poder de escolha do que ler, assim ela consegue desenvolver um perfil de leitura".
De 0 a 10, quanto a leitura é importante?
"Quem lê muito fala melhor, pensa melhor, escreve melhor e se torna mais bem sucedido", afirma Miriam Leitão, jornalista, escritora e apaixonada por livros desde criança. Ela me contou que era tão tímida que nem tinha coragem de sair de casa. Depois de começar a ler, percebeu que sempre que falava alguma coisa as pessoas paravam para ouvir. "Eu estava desenvolvendo minha mente! A leitura é uma espécie de musculação para o cérebro", afirma. De acordo com Miriam, é importante buscar coisas do seu interesse para tomar gosto pela leitura. "Com o tempo, vai ser possível apreciar uma bela história de Machado de Assis, ler Vidas secas, de Graciliano Ramos (livro que eu li várias vezes quando criança), perceber a exuberância deJorge Amado ou o português inventado que é quase música de Grande sertão: veredas".
E aí, já te convenci a entrar para o mundo da leitura? Se ainda não, tenho mais um argumento: os livros digitais. A existência deles permite que você leia por meio do dispositivo que for mais conveniente para você naquele momento. "Vejo com muito otimismo o fato de poder acessar tantas obras por computadores, tablets e mesmo celulares", diz Goldfarb. Por isso, não tem mais desculpa para ficar sem ler porque esqueceu o livro em casa. Ah, e assim como é possível ir a livrarias e ler um pouco de cada livro antes de escolher o que vai levar, no digital existe a possibilidade de baixar trechos gratuitamente dos e-books antes. Não gostou do que leu? Escolha outros até achar um que tenha a ver com você e seja bem-vindo ao universo dos leitores!
Confira algumas dicas para gostar de ler:
- Que tal começar por séries?
Como o final de um livro instiga o começo do próximo volume, você não vai ter vontade de parar de ler. ;)
- Descubra seu gênero preferido
Converse com amigos para saber o que estão lendo e veja quais assuntos mais interessam a você.
- Dê uma chace aos best-sellers
Geralmente, eles têm apelo mais abrangente e isso significa que as chances de você gostar são maiores.
- Leia trechos para ver se gosta do estilo de narrativa
Baixe capítulos grátis de e-books para escolher os que mais têm a ver com você.
- Comece por textos curtos
Se não gosta de ler coisas extensas, procure revistas ou jornais que trazem crônicas, contos...
- Leia um pouquinho todos os dias

Com o tempo, você vai criando o hábito e quando perceber vai estar lendo por horas.

- Fique longe de distrações
Antes de começar a ler, desligue a TV e afaste-se de tudo que possa distrair você.
- Lembre-se que a leitura não é uma maratona
Não se preocupe com a velocidade: é importante que você leia no seu tempo e preste atenção aos detalhes.
- Leia em momentos em que estiver relaxado
Assim a leitura vai fluir melhor. Pode ser no banheiro, antes de dormir...
- Começou um livro e não gostou? Passe para outro!
Ficar insistindo no livro vai fazer com que você associe a leitura a algo obrigatório e se afaste dela.
- Se gostou de um livro busque outros do mesmo autor
As chances de se identificar com eles são grandes, já que cada autor tem um estilo próprio de escrita.

Disponível em: http://www.brasilpost.com.br/nathalia-bottino/dicas-para-gostar-de-ler_b_5585204.html. Acesso em: 30/04/2015.

Imagem disponível em: http://encantamentodaalfabetizacao.blogspot.com.br/2011/10/tempo-para-gostar-de-ler.html. Acesso em: 30/04/2015.